Eu sou Buda, Sidarta Gautama, trabalho lado a lado com Jesus, Maria e Maria Madalena.
O que nós temos em comum, é o amor em passar o nosso conhecimento.
Não
sou mais aquele cheio de dúvidas que procurou por grande parte de sua
vida as respostas. Graças a iluminação e por consequência a ampliação
dos meus sentidos, eu comecei a ser uma pessoa diferente.
Eu comecei a ser Buda, que nada mais é do que aquele que se reencontrou.
A tradução ao pé da letra seria, O Iluminado, mas para mim hoje, significa aquele que se reencontrou.
Ao
contrário do que muitas pessoas pensam, o Buda não é um ser incomum ou
especial, ele é um ser igual a todos os outros, a diferença é apenas
esse Reencontro.
Não foram as dúvidas que me levaram a ser o Buda, o que me levou a esse estado foi a compreensão que não existe algo que esteja fora do lugar ou o que esteja incompleto.
Todas as formas pensamentos criadas são perfeitas e únicas, todas elas estão conectadas, è algo ainda mais profundo.
A
dúvida que me corroía por dentro era a origem do sofrimento. Essa
dúvida era tão grande que me levava a um estado de não aceitação do
sofrimento, isso me trouxe momentos de muita dor na minha jornada. Na
verdade aquele estado de não aceitação me levou ao que eu chamo de
abandono, eu abandonei a dúvida e até mesmo o medo que eu tinha de
sofrer.
Era um fardo muito pesado, a
minha dor e o meu cansaço era tanto, que quando eu disse para mim
“chega! isso não está me levando para longe do sofrimento, ao contrário,
isso está me trazendo o sofrimento todos os dias”, todo o meu ser
começou a compreender que o sofrimento é trazido para a nossa existência
por nòs mesmos, como uma sacola cheia de coisas que carregamos para
todos os lados sem perceber que não precisamos mais dela.
Ao querer saber, entender o sofrimento, eu estava entrando na sintonia dele. Ao
abandonar a minha busca eu aceitei a sua existência e comecei a ver que
a beleza está em todo lugar e que o sofrimento é um pedaço da história
que cada um vive.
O abandono, no meu caso, foi um ato de desespero, mas não precisava ser assim, ele podia ser um ato de desejo por liberdade.
Viver para os problemas e sofrimentos é a maior prisão que você pode estar.
A
liberdade è o abandono, deixar tudo isso de lado e viver na certeza que
basta a alegria para se construir uma vida de amor e de Luz.
Caros
irmãos, abandonem as dúvidas, medos e angústias. pode em muitos casos
parecer insano, mas na verdade é somente quando você entra nessa estrada
de abandono, que realmente se começa a viver.
Eu sou um com vocês, Luz a todos.
Eu sou Sidarta Gautama
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